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O VIGIA
(2025)

Dramaturgia: Diana Adada Padilha

Direção: Sulanger Bavaresco


Elenco:

Antônio Cunha

Diana Adada Padilha

Paisagem Sonora: Diogo de Haro

Iluminação: Marco Ribeiro e 5M Produções e Serviços Técnicos

Figurinos: Diana Adada Padilha e Sulanger Bavaresco

Cenografia e Adereços: Dromedário Loquaz e Sulanger Bavaresco

Cenotécnico: Marco Ribeiro

Assistente de Direção e Preparação Vocal: Luiza Faé Mantovani

Produção Técnica: Magda Scors Campos

Design Gráfico: Mariana Barardi

Vídeo-documentário: Vilson Rosalino

Assessoria de redes sociais: Welington Hors

Assessoria de imprensa: Gisele Palma

Realização: Grupo de Teatro O Dromedário Loquaz

O espetáculo "O Vigia" mergulha em um universo onírico através de uma narrativa cômica inspirada na estética do Teatro do Absurdo, proporcionando questionamentos acerca das questões climáticas que assolam o planeta e ceifam vidas em decorrência da inoperância e descaso de governos e pessoas que seguem sua vida cotidiana alheios às evidências catastróficas.

A trama da peça se desenvolve em Niréa, uma ilha que vive sob a constante ameaça de um vulcão adormecido há séculos. Embora todos os habitantes conheçam o perigo iminente de uma possível erupção, a rotina fez com que quase esquecessem sua existência, limitando-se a enviar vigias ocasionais ao mirante no alto da montanha. O conflito central emerge quando Burg, a nova vigia, encontra Turk, um homem misterioso que vive isolado no alto da montanha, gerando uma série de dilemas éticos e morais que funcionam como espelho de uma sociedade caminhando para sua própria autodestruição.

 

“O Vigia” é uma comédia ácida que propõe reflexões sobre as condições humanas de sobrevivência, explorando temas universais como solidão, morte, medo e esperança. A peça questiona como lidamos com ameaças conhecidas, mas distantes, e de que forma a indiferença coletiva pode nos levar ao colapso.

 

O espetáculo marca um momento de renovação estética para o grupo florianopolitano, que investiu na investigação de novas linguagens teatrais através de parcerias artísticas. A paisagem sonora foi construída pelo pianista, compositor e sintesista Diogo de Haro, criando uma atmosfera única que potencializa a tensão dramática da narrativa.

 

A presença de Antônio Cunha como artista convidado representa um importante intercâmbio entre grupos da cena teatral catarinense, enriquecendo o trabalho com sua experiência no Grupo Armação e estabelecendo um diálogo criativo com Diana Adada Padilha em cena.

 

Sob a direção de Sulanger Bavaresco, “O Vigia” consolida o comprometimento do Grupo O Dromedário Loquaz com a pesquisa teatral contemporânea, oferecendo ao público de Florianópolis uma obra que conjuga rigor artístico e relevância temática.

Sinopse: Niréa é uma ilha que tem como vizinho um enorme vulcão, adormecido há centenas de anos. Todos sabem o perigo que sua erupção representaria para cidade, provavelmente a completa extinção de seus habitantes.  Mas a verdade é que o vulcão está adormecido há tanto tempo que os cidadãos quase nem se lembram de sua existência. Apenas enviam um vigia de tempos em tempos ao mirante que há no alto da mais alta montanha da cidade.

Histórico apresentações O Vigia

  • Dia 10, 11, 12, 13 e 14 de setembro/25 - Teatro da UBRO / Florianópolis SC

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